terça-feira, 31 de agosto de 2010

Vestidos de revolta

       

         Se alguém lhe indagar neste momento, pedindo que mostre as obras geradas pela fé que você afirma ter em Deus, qual seria a sua justificativa? Você teria obras suficientes para mostrar? Os resultados que essa fé tem trazido para a sua vida são extraordinários, grandiosos, tais como o Deus que você crê e serve?
         Não se espante com tantas perguntas, mas elas estão destacadas aqui justamente para despertá-lo, já que as obras às quais me refiro são os resultados da fé, ou seja, uma vida com qualidade e prosperidade em todos os sentidos, seja no aspecto material, sentimental, profissional, pessoal ou físico, entre outros.
         A verdade é que os filhos das trevas têm comido fartamente do pão e usufruído “injustamente” daquilo que os filhos da luz têm por direito, e estes têm ficado para trás, vivendo, literalmente, das migalhas.
         Eu lhe pergunto: isso é justo? Ora, se você afirma ter fé em Deus, conhece perfeitamente todas as Suas promessas - e sabe que elas deveriam se cumprir na vida dos que são fiéis –, então, por que a sua vida ainda não gerou tais resultados?
        Amigo leitor, você precisa despertar e, sobretudo, se revoltar contra esta situação de derrota que tem vivido. Enquanto você se lamenta, murmura e coloca a culpa nos outros pelo seu fracasso, os filhos das trevas estão aí, conquistando, comendo do bom e do melhor, morando na melhor casa, vestindo a melhor roupa, ou seja, desfrutando de uma vida bem-sucedida em todos os aspectos.
        E por que isso acontece, já que eles em nada temem a Deus, tampouco obedecem à Sua Palavra? Na verdade, eles são corajosos, buscam resultados, não aceitam fracassos, a palavra “não” está excluída do seu dia-a-dia. Eles traçam objetivos e “partem para cima” e, porque são destemidos, vencem.
        É exatamente o que está faltando em muita gente: coragem. É preciso se revoltar, porque os verdadeiros cristãos, os da fé mesmo, estão sempre prontos para o tudo ou nada, são revoltados, valentes; eles acreditam que o fracasso não coaduna com a sua crença. Quem é de Deus não aceita o fracasso em nenhuma área da vida.
        Abraão também se revoltou, e embora tivesse uma vida de conquistas, ainda não era completo. Ele estava cansado; há tempos aguardava o cumprimento da promessa de Deus em lhe conceder um filho, mas não se acomodou e a sua revolta (descrita em Gênesis 15) gerou resultados, ou seja, o tão sonhado filho.
        Esta é a mesma revolta que você deve manifestar, obviamente aliada a uma atitude de fé, de entrega, pois com Deus é tudo ou nada, não existe meio termo. Do contrário, você continuará crendo em Deus, porém, sendo um mero expectador de bênçãos na vida de terceiros.

Bispo Romualdo Panceiro

QUAL A DIFERENÇA ENTRE OFERTA E SACRIFÍCIO?

      


       Tudo que eu dou ou faço pra Deus é uma oferta, ou seja, jejum, oração, doações, trabalhos na igreja, colaboração, etc. A oferta quando é dada não faz falta, já o sacrifício é diferente: pesa e faz falta.
        O sacrifício é único e tem nome. Quando Deus pediu a Abraão, disse: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas…” (Gen.22.2) Podemos observar que Ele teve que falar qual é o sacrifício que ele queria, porque senão Abraão certamente renunciaria Ismael porque os dois eram filhos dele. Então, Ele foi específico no seu pedido.
        Certamente, o que é sacrifício pra uns é oferta pra outros e vice-versa. O sacrifício é algo extremamente pessoal, pois tem a vida do indivíduo inserida. A oferta não tem a vida, mas sim a consideração: a “igreja precisa de ajuda”, “estou ganhando almas através dessa oferta”, “cheguei aqui e não tinha nada”, etc. São duas coisas que para muitos são bem parecidas, mas na verdade são completamente diferentes.
         A pessoa, quando apresenta sua oferta, entrega o que é oferecido, o que fica no altar, e sai. No sacrifício, a vida da pessoa fica no altar clamando por ela, como está escrito: “Pela fé, Abel ofereceu mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, mesmo depois de morto ainda fala.” (Heb.11.4) Deus se agradou de Abel e de seu sacrifício, não por ser Ele um mercenário, e sim porque a vida de Abel estava naquele sacrifício, havia sangue, renúncia. Essa foi a grande diferença entre aquilo que foi oferecido no altar pelos dois.
         O sacrifício não é o que a pessoa dá e sim o que ela faz. Não é o simples fato de sacrificar algo no altar que vai determinar se é perfeito ou não e sim o que a pessoa fez pra chegar até ali, ou seja, o que ela teve de renunciar e fazer até o momento de chegar diante de Deus.
         O sacrifício, que tem como principais fatores motivadores a visão, ambição e revolta, é uma revelação de Deus, ou seja, se Ele não fala, não há. O aroma da oferta sobe diante dEle, mas o sacrifício faz Deus descer.
         O sacrifício feito fora do altar não muda nada na vida de alguém. Para modificar, tem que ser realizado no altar e deve ser feito a coisa certa no lugar certo. A pessoa pode estar acostumada a fazer sacrifícios fora do altar na educação de filhos, salvando vida de enfermos, abandonando a família por causa da sua profissão, etc. Essas ações ajudam, mas não alteram a vida.
         O sacrifício perfeito é realizado no altar, porque esse é o lugar de Deus, como está escrito: “O fogo arderá continuamente no altar; não se apagará.” (Lev.6.13)
         Todos os problemas – como sofrimento, dor e libertação – são resolvidos no altar. Sacrificar é abrir mão de algo grande em favor de algo maior. É aquilo que se dá e, se Ele não responder, o cristão estará perdido. O que deixa na total dependência Dele. É como pular de avião sem pára-quedas, não deixa reserva. Não é o que se quer dar, e sim, o que Deus quer que dê.



 

REFLEXÕES - paciência




         Conta-se que um velho sábio, tido como um mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua falta de escrúpulo apareceu com a intenção de desafiar o sábio paciênte. O sábio aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu no sábio e gritou-lhe todos tipos de insultos. Durante horas, fez de tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível.
         No final da tarde, já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos quiseram saber como o mestre pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou.
      -Se alguém vem até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
      -A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
      -Exatamente. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando eles não são aceitos, continuam pertecendo a quem os trazia consigo. Sua Paz Interios depende exclusivamente de VOCÊ. As pessoas não podem lhe tirar a calma só se você permitir…


A BALANÇA DAS PALAVRAS

     

  Conta-se que um homem, ao morrer, encontrou-se num vasto campo, onde outras almas aguardavam que os anjos do céu viessem buscá-las. Embora essas almas viessem de todas as partes do mundo, falavam uma só língua.
      Bem na frente da fila ele pôde ver que umas poucas subiam alegres para o céu enquanto muitas, aos gritos, eram levadas para um grande abismo.
      Ele reparou que para cada um havia uma balança de pratos que ora pendia para um lado ora para o outro, decidindo, assim, o destino daquela pessoa. Muito aflito, perguntou a quem estava ao seu lado: “Você saberia me dizer o que significa aquela balança, o que ela pesa?”
      “Não sei ao certo”, respondeu o outro, “mas acredito que seja a balança da caridade. Ela pesa a quantidade de caridade que alguém pratica na vida.
      Se alcançar um determinado valor, a pessoa é levada para o céu. Se não, vai para as trevas.”
“Não”, disse a alma da frente, que ouviu a conversa. “Não pode ser. Viajava conosco um homem muito rico. Ele era famoso por toda caridade que fazia.
     Construiu igrejas, hospitais, orfanatos e escolas. Mas, para minha surpresa, vi que a balança pendeu contra ele, lançando-o no abismo. No entanto, uma senhora idosa, que se sentava ao meu lado no trem e que era muito pobre, foi levada para o céu.”
    “Talvez, então, seja a balança da pobreza, e só os pobres sobem para o céu. Assim sendo, creio que subirei, pois tudo que tive na vida foi um bom emprego, uma boa casa e um bom carro. Não tive a vida de riqueza e luxo que muitos tiveram”,conclui o homem.
     “Mas, veja”, disse o outro, “em relação a tantas pessoas que viveram pelas ruas, sem emprego, sem casa e sem carro, você foi rico. E eu também. Isso me assusta a cada passo que me aproximo da balança. Quem foi realmente pobre ou realmente rico?”
     “É, você tem razão! Não faz sentido ser a balança da pobreza, da riqueza, da beleza, da sabedoria, dos méritos, da força, da arte ou da ciência.”
     Havia um homem na fila que tinha paz. Seu rosto era tranquilo e seus olhos tinham um brilho radiante. Aquela alma desesperada se aproximou dele e implorou: “Dize-nos: sabes o que pesa aquela balança?”
     E o homem disse: “Essa é a balança das palavras. Ela pesa tudo o que dissemos em nossa vida terrena. A boca fala do que o coração está cheio. São, portanto, as palavras a expressão do coração de cada um, e são elas que nos condenam ou nos absolvem”, explicou o homem confiante.
     A alma aflita indagou: "Quem te garante que a balança penderá para o teu lado?”
“Porque pronunciei as palavras mais lindas que existem e vieram do mais profundo do meu coração.
    Elas têm peso maior do que qualquer outra palavra frívola que, porventura, eu tenha pronunciado em um momento de fraqueza. São elas: Senhor Jesus, eu Te aceito como meu salvador pessoal. Entrego-Te a minha vida de todo o meu coração. Salva a minha alma, Senhor, porque sou um pecador”, respondeu o homem.
     Disse Jesus: “Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo; porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.” (Mateus 12.36,37)



terça-feira, 24 de agosto de 2010

Você e o lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa que fará a Diferença.

‘Primeira qualidade:

Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão é a de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção a Sua vontade’.

‘Segunda qualidade:

De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor’.

‘Terceira qualidade:

O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça’.

‘Quarta qualidade:

O que realmente importa no lápis, não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você’.

‘Quinta qualidade do lápis:

Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação’.


Fazendo a Diferença



Todas as pessoas que fizeram a diferença fizeram algo a mais, quem quer fazer a diferença neste mundo tem que fazer mais do que os outros fazem; se a pessoa faz o mesmo que todos, ela vai ter uma vida como a dos outros, é necessário estar disposto a fazer a mais, ir além.
“Sucedeu, depois da morte de Moisés, servo do SENHOR, que este falou a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés… Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei. Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais. Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Josué 1.1-8)
   Estas foram as palavras de Deus a Josué, sucessor de Moisés; ensinando que, se ele quisesse fazer a diferença deveria fazer como Moisés fez, e ainda mais; ele deveria falar do Livro da Lei, e antes meditar nele de dia e de noite, ou seja, não se desviar dos ensinamentos de Deus, seguir os passos que Moisés seguiu e ainda ir além, pois Moisés morreu no deserto, porém Josué recebeu a missão de entrar na terra prometida.
    Jesus disse que se alguém lhe mandar andar uma milha, Ele disse: anda duas.
   Os milionários deste mundo andam duas, três, quatro e assim por diante, sempre estão dispostos a fazer mais, por isso prosperam e fazem a diferença, financeiramente falando.
    A jogadora de basquete Hortência se tornou a rainha do basquete brasileiro, sabe por quê? Porque quando todas as jogadoras paravam após o treino, ela ainda treinava mais 600 arremessos, ou seja, ela fazia mais que as outras jogadoras, ia além, porque queria ser a melhor dentre todas.
   Há alguns dias, estava indo para casa e olhei para o Céu e vi uma estrela que brilhava muito, aquilo me chamou atenção, me lembrei do que diz a Bíblia: “... porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor” (I Coríntios 15.41)
    A pergunta é: O que você está fazendo para ser o melhor? Para fazer a diferença neste mundo?
   Pense nisso, faça a diferença.
   
Deus abençoe.

Pastor Valdir Souza
IURD - JAPÃO









Servindo a Deus com o nosso Corpo




“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.” (Romanos 6.12)

Olhos – “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt. 6.22,23)
Boca – “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” (Ef. 4.29)
“A boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos perversos mora a violência.” (Pv 10.11)
Pés – “E, se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno.” (Mc. 9.45)
“Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm. 10.15)
Ouvidos – “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Apocalipse 2.29)
“Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos!” (Sl. 81.13)
Mãos – “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.” (Ef. 4.28)
“e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus.” (Lc. 13.13)
Coração – “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.” (Mt. 5.8)
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv. 4.23)
“pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas.” (1 Jo. 3.20)
Cabeça – “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” (Fl. 4.8)
“Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia...” (Cl. 1.18)
Que a sua vida seja o templo do Espírito Santo.

Pastor Valdir Souza

A dependência do servo

 


Segundo o dicionário on-line Michaelis, ser servo significa: “pertencer a um senhor, aquele que não tem liberdade própria ou que não pertence a si mesmo” ou “que não tem a livre disposição da sua vontade, dos seus pensamentos, dos seus atos”
    Por que então que muitas vezes chamamos Jesus Cristo de Senhor e não agimos como servo? Quando uma pessoa se diz servo, ela carrega consigo toda sua responsabilidade e característica. Não questionar, murmurar, justificar... Apenas obedecer, amar, entregar e confiar fazem parte do dia a dia de um verdadeiro servo do Senhor.
    Além disso, um servo se torna totalmente dependente do seu senhor. Sendo assim, ele não possui casa, mulher e filhos. No livro “O Senhor e o Servo”, escrito pelo bispo Edir Macedo, ele afirma que o servo não possui nem mesmo a própria vida. E que ser servo não é apenas servir, mas, sobretudo, pertencer a alguém.
    “Se porventura o servo se sente dono de algum bem, então deixa de ser servo para ser senhor, porque o servo não tem direito de possuir nada: tudo é propriedade do Senhor. Esta é uma das ideias básicas do cristianismo. O que está em nossas mãos é apenas um empréstimo. Quando morrermos, tudo ficará no mundo, e a nossa vida então se unirá ao Senhor, a quem pertencemos”, afirma o bispo Macedo no livro.
    O bispo afirma também que ser servo do Senhor e Salvador Jesus Cristo é um privilégio de poucos, e que esta serventia dura apenas enquanto estamos vivendo aqui na terra. “Quando o nosso Senhor Se manifestar em glória, também nós o seremos com Ele. Além do mais, é preferível ser servo no Reino de Deus a ser senhor no reino do diabo!”
     “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo.” João 6.27

Fonte: Agência Unipress Internacional



Jovem faz ladrão desistir de assalto ao falar de Jesus


 
     A gerente de uma loja de celular, no sul da Flórida, nos Estados Unidos, ficou frente a frente com homem armado, mas conseguiu evitar um roubo no estabelecimento onde trabalha, ao dizer ao bandido que Jesus Cristo não aprovaria aquela atitude. Evangélica, a brasileira Nayara Gonçalves, de 20 anos, disse ainda ao ladrão que o ajudaria a encontrar um emprego.
     Uma câmera de segurança da loja registrou toda a ação, captando também o áudio da conversa. As imagens mostram o homem pedindo informações sobre os produtos à venda e, em seguida, anunciando o assalto. Durante todo o tempo Nayara se manteve calma. “Você pode fazer o que quiser. Eu vou apenas falar sobre Jesus antes de você ir embora”, disse a garota.
    Depois de alguns minutos de conversa, o ladrão desabafa e afirma ser um cristão desviado e que odiava ter que fazer aquilo, mas que precisava de US$ 300 para evitar ser despejado. A jovem diz ao assaltante que Jesus o ajudaria a revolver tal problema, orientando-o a voltar a frequentar uma igreja.
    Após ser convencido a desistir da ação, o homem pediu desculpas à brasileira, disse estar arrependido daquilo, e que “não tinha intenção de machucá-la”. Ele revelou ainda que a arma que usava era de brinquedo.
    Em uma entrevista à rede de tevê CBS, Nayara disse acreditar ter cumprido sua missão. “Talvez eu tenha plantado uma pequena semente em seu coração e acho que fiz isso”, concluiu. Mais tarde, no entanto, o homem foi preso por ter assaltado uma loja de sapatos a alguns quilômetros do primeiro estabelecimento que atacou, segundo informações da polícia local.

Fonte: CBS

Os frutos do Espírito Santo.




    Amor: O amor é a característica principal daqueles que tiveram uma experiência com o Senhor Jesus, e todos os demais frutos do Espírito Santo estão alicerçados no amor. Quando a pessoa tem amor dentro do coração, ela tem Deus dentro de si, porque Deus é amor. E como amar é dar, ela então passa a viver lutando por aqueles que ainda não tiveram a mesma luz que ela recebeu ao encontrar-se com o Senhor Jesus. Quer dizer, a pessoa que aspira a ser um obreiro ou uma obreira tem que estar bem ciente de que a sua vida será para o serviço de Deus em favor dos seus semelhantes.
    Alegria: A alegria como fruto de Deus em nós significa um estado permanente de graça diante do Senhor, uma satisfação constante pelo fato de ser um instrumento nas mãos do Altíssimo para ajudar os outros.
    Paz: A paz é o estado de espírito em que o verdadeiro cristão mantém dentro de si mesmo em meio às tempestades que desabam sobre a sua cabeça. Quando a pessoa é batizada com o Espírito Santo, ela jamais perde a paz; e a mesma paz que ela recebe ela passa para as demais pessoas.
   Longanimidade: A longanimidade é um dos frutos que mais caracterizam o verdadeiro cristão, já que ele significa paciência para suportar ofensas, afrontas e toda sorte de provações por parte dos filhos do diabo. É quase impossível uma pessoa não cristã suportar agressões sem se defender e ainda por cima ter condições espirituais para orar pelos agressores. Entretanto, quando a pessoa apresenta esse caráter longânime quando nas provocações, então é porque realmente é de Deus. E o obreiro precisa deste fruto como do ar para viver, já que na sua luta ele enfrentará todo tipo de provocações e ainda assim terá que suportar, não por obrigação, mas por amor aos semelhantes.
    Benignidade: A benignidade é caracterizada pela flexibilidade de tratamento gentil e cordial para com todos os tipos de pessoas, quer sejam cristãs fracas ou não-cristãs. Uma pessoa benigna jamais demonstra intransigência com os semelhantes. Uma pessoa benigna jamais demonstra intransigência com os semelhantes, pelo contrário, há um profundo respeito por todos, independentemente da classe social, da cor, do sexo, da idade ou da religião que a pessoa professa. Se o obreiro não for benigno para com todos, como ele encontrará benignidade da parte de Deus para com ele?
    Bondade: A bondade é mais uma forma de amor e em muito se assemelha à benignidade, porque é tolerante e não mede sacrifícios para ajudar e fazer valer a força do amor para com o seu semelhante. É na bondade dos obreiros que as pessoas que chegam na Igreja Universal do Reino de Deus têm visto que ela realmente é uma Igreja do Espírito Santo.
   Fidelidade: É muito interessante cada particularidade da expressão do amor, porque podemos notar que cada “fruto” do Espírito Santo vai completando o anterior, como se fosse fechando uma aliança. Cada um na dependência do outro, e todos expressando somente um, que é o amor.
   Não há amor sem que haja fidelidade, assim como não há fidelidade se não há amor, tendo em vista que a fidelidade faz parte do caráter leal do amor, razão pela qual a fidelidade é o amor em exercício. Ora, o obreiro que não apresenta esse caráter para com Deus, como o fará para com as pessoas a quem vai servir? Por isso ele deve ser fiel nos seus dízimos e ofertas para com o Senhor Jesus a fim de que também ele possa mostrar lealdade nos seus semelhantes em o Nome do Senhor.
   Mansidão: O Senhor Jesus disse: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.” (Mateus 5.5). A mansidão revela uma brandura de gênio e índole, que é o resultado da verdadeira humildade, humildade esta do reconhecimento e respeito do valor alheio somado à recusa de nos considerarmos melhores do que o nosso semelhante. Isto é fundamental no trabalho do obreiro, pois se ele não provar um espírito manso para com aqueles que vem possuídos por espíritos rebeldes, como se evidenciará a Obra de Deus na Igreja do Senhor Jesus? A mansidão é o exercício do amor no sentido de compreensão e admoestação àqueles que se encontram perdidos no pecado.
   Há um ditado popular que diz: “Quer conhecer alguém, coloca-o na posição de autoridade.” De fato, o obreiro ou a obreira a quem Deus confere autoridade espiritual para expelir demônios e não mostra seu caráter a mansidão para lidar com as vítimas dos demônios, certamente perderá a sua unção.
   Domínio próprio: O domínio próprio é de tão grande importância que o próprio Espírito Santo afirmou através de Salomão: “Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade.” (Provérbios 16.32); e “Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio.” (Provérbios 25.28). De fato, o que adianta apresentarmos uma fé inabalável, capaz de transportar montanhas se não conseguimos controlar os impulsos da nossa vontade carnal?



A Perseverança

 


   Na parábola do semeador o Senhor Jesus mostra que somente 25% dos que ouvem a Palavra de Deus frutificam. Segundo Ele, “a (semente) que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retém a palavra; estes frutificam com perseverança.” (Lc 8.15).
    Qual é o segredo, então, dos que frutificam? Seria apenas a fé? E os demais que também manifestaram a fé e ainda assim perderam?… Enganam-se aqueles que pensam ser o ato de fé suficiente para uma determinada conquista.
    Na presente parábola vemos que, apesar dos quatro tipos de ouvintes terem sido envolvidos com a fé, mesmo assim, ela não foi suficiente. Nosso Senhor Glorificado adverte que a Palavra chegou primeiro a ouvintes desinteressados. E por causa disso o diabo vem logo para roubar-lhe a palavra do coração antes da sua crença.
   O segundo diz respeito a ouvintes entusiastas que recebem a Palavra com grande alegria. Mas como a emoção e o entusiasmo são passageiros e não podem sustentar ninguém nas horas de tribulações, imediatamente, desprezam a semente.
   O terceiro diz respeito a ouvintes que têm ocupado os pensamentos apenas com o bem-estar social. Por causa disso, acabam sendo sufocados com os cuidados, as riquezas e os deleites da vida e os seus frutos não chegam a amadurecer.
    O segredo dos que frutificam não é simplesmente a fé num dado momento, mas a constância e a firmeza na fé. A verdadeira fé conta com a perseverança pois, do contrário, ela desfalece. A fé se alimenta da Palavra de Deus, isto é, a perseverança no ouvir e praticar a Palavra de Deus.
   A “semente que caiu na boa terra são aqueles que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra.” Trata-se, então, daqueles que mantiveram o firme propósito em guardar a Palavra no coração. Conservaram dentro de si a firmeza de um dia, mais cedo ou mais tarde, verem o cumprimento dela em suas vidas. Em outras palavras: o segredo da vitória pela fé está na perseverança, isto é, na sua continuidade.
   A culpa da semente não ter vingado não é da semente, mas dos “terrenos”, ou seja, dos diversos tipos de pessoas. Faltou-lhes perseverança, pois o primeiro não perseverou porque estava simplesmente desinteressado; o segundo não perseverou porque sua fé estava assentada sobre emoções ou entusiasmos; e o terceiro não perseverou porque era imediatista e não deu tempo ao tempo para esperar.
    A febre pelos benefícios imediatos da fé cega o entendimento espiritual e conduz a pessoa ao desespero. Imagine se o agricultor não tivesse paciência para esperar o tempo da colheita! Ele teria de mudar de profissão. E se o trabalhador exigisse o salário antes de terminar o mês? Certamente ficaria desempregado! Ora, em tudo na vida há que se perseverar até o fim para se conquistar os seus frutos.
   Na vida espiritual não é diferente. O próprio Senhor Jesus alertou Seus seguidores sobre isso quando disse: “No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16.33). Quando Ele diz que aqui passamos por aflições, trata-se da guerra travada no campo espiritual contra as forças espirituais do mal. Estas objetivam fazer-nos desanimar na fé e, conseqüentemente, enfraquecer-nos para então nos destruir.
   O grande segredo dos heróis da fé foi a perseverança, porque sabiam que acima das tempestades enfrentadas estava Aquele que fez a promessa! E assim como Ele não pode falhar, muito menos as Suas promessas! E aqueles que nEle confiam, mantêm-se perseverantes até a vitória final. Na guerra contra o diabo vence quem for mais perseverante.
   Deus abençoe a todos, abundantemente.


Deus proverá para sí o cordeiro… Creia e Ele o fará!



    “E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.” (Gênesis 22:8)
    Quando Deus pede algo ele já nos possibilita a realização. “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” (Filipenses 2:13), assim, quando Deus pede algo, na verdade ele apenas espera que manifestemos nossa Fé e nos prontifiquemos a realizar o que foi pedido.
    Cristo nos diz que seu jugo é suave "Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus 11:30), convida aos cansados e sobrecarregados que venham a Ele "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28), assim, quando Ele nos pede algo certamente não será algo que não poderemos suportar, assim, como a palavra de Deus não volta vazia e com certeza quando ele nos afirma que precisa de algo, ele já tem preparados os recursos para que nós possamos atender à sua voz. Basta tão somente que a Fé seja manifesta. Isto não é fácil, isto não é indolor e nem deve ser. Isto é o verdadeiro sacrifício. Confira, crer e entregar-se. Eis-me aqui! "Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará." (Salmos 37:5)
     Assim como Abraão sentiu por ter que obedecer à voz de Deus e tenho carteza de que não foi fácil, também é hoje difícil ouvir a voz que nos indica o caminho tortuoso através da porta estreita. Assim como também não foi fácil para o Senhor Jesus, Ele, Deus feito carne, que se coloca diante do Pai e afirma: “Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade." (Mateus 26:42). Mas tenho certeza, de que assim como Ele venceu ao obedecer ao chamado doloroso de Deus, também venceremos!
   Assim, proponho tão somente que, munidos da Fé subamos ao altar de Deus, entregando-nos em perfeito sacrifício. "Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala." (Hebreus 11:4).
   Deus proverá para sí o cordeiro. Quanto aos inimigos, bem, eles já caíram pois não são nada para o nosso Deus. Nossos inimigos já foram entregues e isto, é pouco! "E ainda isto é pouco aos olhos do SENHOR; também entregará ele os moabitas nas vossas mãos." (II Reis 3:18)
Eia, subamos e possuamos!
Fonte:
http://www.vaiarrebentar.com.br/

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Davi x salomão

Davi x Salomão II




Ao contrário do que aconteceu com Salomão, os inimigos de Davi nunca lhe deram descanso. Isso o obrigava a manter sua fé em constante atividade. A maioria dos salmos de Davi reflete seu sofrimento.

Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma. Estou atolado em profundo lamaçal, que não dá pé; Estou nas profundezas das águas, e a corrente me submerge. Estou cansado de clamar, secou-se-me a garganta; Os meus olhos desfalecem de tanto esperar por meu Deus.

Esses três primeiros versos do Salmo 69 refletem claramente um de seus momentos de tortura e dor. Mas, em nenhum momento Davi vacilou na fé ou perdeu sua confiança em Deus. Já seu filho Salomão não viveu a situação do pai. Ele confessa o bem-estar de sua alma, dizendo: …o Senhor, meu Deus, me tem dado descanso de todos os lados; não há nem inimigo, nem adversidade alguma. I Reis 5.4.

Dois reis, dois destinos diferentes. O primeiro gemeu por conta dos inimigos, mas manteve sua comunhão com Deus; o segundo gozava da prosperidade, da paz e não tinha inimigos. Mas, perdeu a fé.

A conclusão do paradoxo da fé é simples: quanto maior e melhor é o estado de bem-estar social e espiritual, maior o risco de se acomodar na fé e perder tudo. É o retrato de Salomão.

Quanto mais intenso é o estado de lutas e provações, mais requerida é a fé e a dependência de Deus. É o retrato de Davi.

Deus tem permitido a presença de inimigos da fé para que Seus servos não sejam acomodados. É a velha história do tubarão no tanque de peixes. Enquanto lá está, os peixes mantêm-se vigilantes, mas vivos!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

AMOR AO PRÓXIMO

Voluntários da IURD levam uma palavra de conforto e fé a necessitados de todo o Brasil





       O amor tem o poder de transformar e erguer o caído. O ódio tudo destrói, fulmina e invalida. E são muitas as pessoas que, até sem perceber, provocam o sofrimento de outros. O amor é um dom de Deus. E somente aquele que está perto dEle consegue sentir.

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          Um exemplo de amor ao próximo são os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) espalhados por todo o Brasil e ao redor do mundo. Eles dedicam suas vidas, visitando diariamente comunidades, hospitais, além de abrigos, asilos, presídios e casas de recuperação de drogados. O objetivo é levar uma palavra de fé aos que ainda não experimentaram a misericórdia do Senhor Jesus.

         Sendo o amor um fruto do Espírito Santo, como todo fruto, nasce naturalmente. Se a pessoa não tem esse sentimento dentro dela é porque ainda não teve uma experiência com Deus, e, somente buscando ao Senhor, poderá mudar isso.

         Em busca de levar o amor de Deus aos que ainda não O conhecem, o grupo de voluntários visita os sofridos nos asilos, prestando apoio espiritual àqueles que estão abandonados ou que não recebem a visita de um filho ou de um parente há meses ou anos. Nos hospitais, quando é permitido, os obreiros fazem uma oração e levam palavras de fé que curam e libertam. Já nas comunidades, o trabalho é feito de porta em porta, convidando as pessoas para participar da reunião de domingo, do Encontro com Deus.

       “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber.” (Atos 20.35)

        A condição para ser um voluntário é ter aceitado o Senhor Jesus como Senhor e Salvador, simbolizado pelo batismo nas águas como arrependimento dos pecados.

       "Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros." (João 13:35)

       Conheça mais sobre os grupos de evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus através do site http://www.evangelizacaouniversalsp.com.br

A Oferta de Davi

domingo, 1 de agosto de 2010

Sinais do Fim

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